sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vestibular Seriado


Dúvidas quanto às mudanças no programa do Vestibular Seriado da UPE?

O BioblogPE disponibiliza todo o programa:
1º ANO

1. Química - Base molecular da Vida. 1.1 Água e os seres vivos – estrutura e importância da água para a vida. 1.2 Glicídios – classificação e importância dos glicídios 1.3 Lipídios – classificação e importância dos Lipídios. 1.4 Proteínas – composição molecular, arquitetura e função das proteínas. 1.5 Vitaminas - principais vitaminas e suas fontes naturais e avitaminoses. 1.6 Ácidos nucléicos - tipos de ácidos nucléicos: DNA e RNA, componentes e estruturas dos ácidos nucléicos. 2. Origem da vida. 2.1 Abiogênese e Biogênese. 2.2 Hipótese autotrófica e heterotrófica. 3. Citologia. 3.1 Célula procariota e eucariota. 3.2 Membranas e envoltórios externos à membrana plasmática. 3.3 Permeabilidade celular. 3.4 Endocitose e exocitose. 3.5 Organelas: organização estrutural e funcional. 3.6 Núcleo celular. 3.7 Processo mitótico e meiótico. 3.8 Replicação e expressão gênica. 4. Histologia. 4.1 Tecidos animais - tecidos epiteliais, tecidos conjuntivos propriamente ditos e de sustentação e transporte, tecidos musculares e tecido nervoso. 4.2 Tecidos vegetais - meristemas primários e secundários; fundamental, parênquima, esclerênquima e colênquima; vascular, xilema e floema; dérmico, epiderme e periderme.

2º ANO

1. Taxonomia. 1.1 Sistemas de classificação biológica. 1.2 Regras de nomenclatura. 1.3 Os reinos dos seres vivos. 2. Monera, Protista e Fungi. 2.1 Características gerais, reprodução importância. 3. Botânica. 3.1 Reino das plantas e suas divisões: características gerais dos grandes grupos atuais. 3.2 Evolução da reprodução nos grupos vegetais. 3.3 Morfologia vegetal. 3.4 Fisiologia vegetal. 4. Zoologia. 4.1 Principais filos animais e suas características gerais. 5. Funções vitais nos animais. 5.1 Nutrição e digestão 5.2 Circulação e transporte. 5.3 Respiração. 5.4 Excreção. 5.5 Sistemas de proteção, sustentação e locomoção. 5.6 Sistemas integradores e regulação funcional. 5.7 Os sentidos. 5.8 Reprodução e desenvolvimento ontogenético.
6. Higiene e Saúde. 6.1 Imunidade. 6.2 Principais parasitoses ocorrentes no Brasil: ciclos evolutivos de protozoários e vermes causadores de parasitoses. Agente causal, modo de transmissão, sintomatologia e profilaxia das parasitoses. 6.3 Viroses: características estruturais dos vírus, reprodução dos vírus e principais viroses humanas. 6.4 Bacterioses: principais doenças humanas causadas por bactérias. Agente causal, modo de transmissão, sintomatologia e profilaxia das bacterioses. 6.5 Aspectos sociais da biologia: doenças sexualmente transmissíveis, uso indevido de drogas, gravidez na adolescência, obesidade.

3º ANO

1. Genética Básica. 1.1 Hereditariedade e diversidade da vida: padrões mendelianos e não-mendelianos, interação gênica, alelos múltiplos, grupos sanguíneos, penetrância e expressividade. 1.2 Ligações gênicas, recombinação e mapas genéticos. 1.3 Herança e determinação do sexo e cromossomos sexuais. 1.4 Mutações gênicas e alterações cromossômicas. 2. Genética Molecular e biotecnologias. 2.1 noções de célula tronco. 2.2 clonagem, tecnologia do DNA recombinante e aplicações. 3 Evolução. 3.1 Teorias evolutivas. 3.2 Evidências da evolução. 3.3 Formação e evolução das espécies. 3.4 Fatores evolutivos. 3.5 Seleção artificial e seu impacto ambiental e populacional. 3.6 Noções de probabilidade e genética de populações. 4. Ecologia. 4.1 Ecossistemas e seus componentes. 4.2 Dinâmica de populações. 4.3 Ciclos biogeoquímicos. 4.4 Biociclos: terrestre, de água doce e marinho. 4.5 Relações entre os seres vivos. 4.6 O homem e o meio ambiente. 4.7 Problemas ambientais: mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamento; erosão; poluição da água, do solo e do ar.
• Moléculas, células e tecidos - Estrutura e fisiologia celular: membrana, citoplasma e núcleo. Divisão celular. Aspectos bioquímicos das estruturas celulares. Aspectos gerais do metabolismo celular. Metabolismo energético: fotossíntese e respiração. Codificação da informação genética. Síntese protéica. Diferenciação celular. Principais tecidos animais e vegetais. Origem e evolução das células. Noções sobre células-tronco, clonagem e tecnologia do DNA recombinante. Aplicações de biotecnologia na produção de alimentos, fármacos e componentes biológicos. Aplicações de tecnologias relacionadas ao DNA a investigações científicas, determinação da paternidade, investigação criminal e identificação de indivíduos. Aspectos éticos relacionados ao desenvolvimento biotecnológico. Biotecnologia e sustentabilidade.
• Hereditariedade e diversidade da vida - Princípios básicos que regem a transmissão de características hereditárias. Concepções pré-mendelianas sobre a hereditariedade. Aspectos genéticos do funcionamento do corpo humano. Antígenos e anticorpos. Grupos sangüíneos, transplantes e doenças auto-imunes. Neoplasias e a influência de fatores ambientais. Mutações gênicas e cromossômicas. Aconselhamento genético. Fundamentos genéticos da evolução. Aspectos genéticos da formação e manutenção da diversidade biológica.
• Identidade dos seres vivos - Níveis de organização dos seres vivos. Vírus, procariontes e eucariontes. Autótrofos e heterótrofos. Seres unicelulares e pluricelulares. Sistemática e as grandes linhas da evolução dos seres vivos. Tipos de ciclo de vida. Evolução e padrões anatômicos e fisiológicos observados nos seres vivos. Funções vitais dos seres vivos e sua relação com a adaptação desses organismos a diferentes ambientes. Embriologia, anatomia e fisiologia humana. Evolução humana.
Biotecnologia e sistemática.
• Ecologia e ciências ambientais - Ecossistemas. Fatores bióticos e abióticos. Habitat e nicho ecológico. A comunidade biológica: teia alimentar, sucessão e comunidade clímax. Dinâmica de populações. Interações entre os seres vivos. Ciclos biogeoquímicos. Fluxo de energia no ecossistema. Biogeografia. Biomas brasileiros. Exploração e uso de recursos naturais. Problemas ambientais: mudanças climáticas, efeito estufa; desmatamento; erosão; poluição da água, do solo e do ar. Conservação e recuperação de ecossistemas. Conservação da biodiversidade. Tecnologias ambientais. Noções de saneamento básico. Noções de legislação ambiental: água, florestas, unidades de conservação; biodiversidade.
• Origem e evolução da vida - A biologia como ciência: história, métodos, técnicas e experimentação. Hipóteses sobre a origem do Universo, da Terra e dos seres vivos. Teorias de evolução. Explicações pré-darwinistas para a modificação das espécies. A teoria evolutiva de Charles Darwin. Teoria sintética da evolução. Seleção artificial e seu impacto sobre ambientes naturais e sobre populações humanas.
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Por BioblogPe

Trangênicos


Projeto no Congresso quer acabar com rotulagem de produtos transgênicos

Por Cristóvão Feil


O Brasil tem uma lei de rotulagem de alimentos em vigor desde 2004, que obriga os fabricantes e processadores de alimentos a rotular as embalagens de todo o produto que usa 1% ou mais de matéria-prima de origem transgênica, ou seja, alimentos geneticamente modificados. E sobre os quais nem a ciência sabe se faz bem ou mal à saúde das pessoas. No entanto, apenas duas empresas de óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto e mesmo assim somente depois de terem sido acionadas judicialmente pelo Ministério Público Federal.

Há milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito ao consumidor.

Atenção, consumidores: seus direitos estão ameaçados. No Congresso Nacional está tramitando uma proposta de decreto legislativo que levou o número 90/2007 da senadora Kátia Abreu, do DEM, ex-PFL, do Tocantins. Ela que é uma velha defensora do agronegócio e dos alimentos suspeitos de fazer mal à saúde humana.

O projeto pretende acabar com a obrigação das empresas de informarem no rótulo dos seus produtos o uso ou não de matéria-prima transgênica em sua fabricação. De acordo com a lei de rotulagem 4680/03, em vigor no Brasil desde Abril de 2004, todos os produtos que contêm mais de 1% de matéria-prima transgênica devem trazer essa informação no rótulo. Com a presença do símbolo da letra "T" no meio de um triângulo amarelo.

O projeto da senadora Kátia Abreu também acaba com a rotulagem de produtos que tenham sido fabricados com animais que tenham sido alimentados com ração transgênica. A iniciativa contraria flagrantemente o Código de Defesa do Consumidor em recentes decisões judiciais reconhecendo e exigindo as informações nos rótulos. Mesmo que abaixo dos tais 1% de ingredientes transgênicos.

O consumidor tem o direito de saber o que está comprando e comendo e as empresas têm que respeitar esse direito, fornecendo essa informação. Apesar de estar em vigor desde 2004, a lei de rotulagem dos alimentos vem sendo desrespeitada pela maioria das empresas. As únicas que se adequaram a ela, Bunge e Cargill, fizeram parcialmente em apenas alguns produtos e mesmo assim só depois de decisão judicial.

As empresas Bunge e Cargill somente rotularam os seus óleos de soja Soya, Liza e Veleiro como transgênicos em Janeiro de 2008, depois de muita pressão. Quase 4 anos depois da lei.

É engraçado, meus prezados ouvintes, que os defensores dos transgênicos acham tão maravilhosos seus produtos modificados só que não querem que a população, o consumidor, saibam da sua condição de transgênicos. Portanto fica a pergunta: se os transgênicos são de fato inofensivos à nossa saúde, e até garantem uma qualidade superior à nossa alimentação, porque os seus defensores não fazem propaganda desses alegados benefícios? Afinal, o que é bom deve ser informado ao consumidor, não é mesmo? Mas infelizmente não é o que ocorre.

Os alimentos oriundos de grãos transgênicos são nocivos à saúde animal e humana. Consumi-los portanto é um risco permanente que corremos. Por isso a exigência do rótulo de transgênico é fundamental para o consumidor que estará sendo alertado para o risco que assume ao levar para os seus filhos um produto que pode trazer consequências terríveis a médio e longo prazo.

Fontes:

Texto: Eco agência - notícias ambientais - Segunda-feira, 07 de Setembro de 2009



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Amor em tempos de HPV

Conscientizar os jovens sobre os riscos de se contrair o vírus do papiloma humano, doença sexualmente transmissível mais conhecida pela sigla HPV. Esse é o foco do primeiro vídeo informativo desenvolvido pelo Programa de Oncobiologia, rede que pesquisa o câncer, composta por instituições como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal Fluminense (UFF) a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e o Instituto Nacional de Câncer (Inca).
De acordo com a jornalista Claudia Jurberg, coordenadora do núcleo de divulgação do Programa de Oncobiologia, disse em entrevista à CH On-line que grande parte das campanhas informativas sobre o HPV no Brasil é voltada para mulheres adultas. Mas as estatísticas apontam para a necessidade de se ampliar o público-alvo. “Recentemente, a Fiocruz divulgou uma pesquisa mostrando que o índice de contaminação por HPV em adolescentes entre 10 e 19 anos cresceu 2,6 vezes mais do que entre adultas entre 1999 e 2005”, alerta. E completa: “Por isso decidimos focar no jovem. A adoção de hábitos de vida, saudáveis ou não, acontece nessa fase”.
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Raquel Oliveira, Ciência Hoje On-line 09/09/2009


Charge

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Os Sentidos


O homem se sente estimulado pelo que vê. A mulher, pelo que ouve. A sensibilidade feminina ao que escuta é tanta, que muitas mulheres chegam a fechar os olhos quando o homem que ela ama sussurra bobagens carinhosas ao seu ouvido.
TEXTO DO LIVRO: PORQUE OS HOMENS FAZEM SEXO E AS MULHERES FAZEM AMOR? - Uma Visão científica (e bem humorada) de nossas diferenças. Allam e Bárbara Pease.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Biólogo por Natureza

Uma homenagem aos profissionais que acreditam no encanto de dedicar a vida pela vida.
03 setembro dia do biólogo.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Proteção


A Lei Federal n.º 9.985/2000, que instituiu o sistema nacional de unidades de conservação, define dois tipos de áreas protegidas. O primeiro, as unidades de proteção integral, tem por objetivo preservar a natureza, admitindo-se apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, isto é, aquele que não envolve consumo, coleta, dano ou destruição dos recursos naturais. O segundo, as unidades de uso sustentável, tem por função compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos recursos naturais. Nesse caso, permite-se a exploração do ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos, mantendo-se a biodiversidade e os demais atributos ecológicos, de forma socialmente justa e economicamente viável.
Texto - Enem 2008